sexta-feira, 15 de abril de 2011

Reflexão

Coloque sua mão no arado!
Permaneça!

Uma observação importante que faço é que o Gestar é um curso bem diferente dos que nós, professores de um modo geral, estávamos fazendo até então, em que éramos mais expectadores do que participantes, se pensarmos que - geralmente e não poucos - apenas íamos, sentávamos e ouvíamos, muitas vezes falas de quem pouco ou quase nada sabia de fato da realidade nua e crua de uma sala de aula.
Hoje não!
Muito se evoluiu neste campo, pois os cursos também estão se inovando, começam a exigir que os professores sejam também co-autores, ou seja, que façam-no para aprender o que há de novo ou não tão novo, mas que precisa ser ampliado, além de ser momento oportuno para trocas de  experiência.
As portas estão abertas, escancaradas aos que se disporem a aprender a aprender e a aprender a fazer junto com os seus.
Para tanto nós precisamos despir-nos das maneiras velhas de vestir as velhas e novas roupas, pois o que se busca e o que se espera de alguém que se propõe a paticipar de um curso - quem dirá um(a) professor(a)- é  que este vá além de ser manequim, ao contrário seja também o costureiro, o figurinista, aquele que efetivamente tira as medidas de si frente ao espelho, risca o molde como as modistas de antigamente o faziam, corte os tecidos de várias estamparias, alinhave o que antes era apenas pano agora peças, costure os modelitos e só entaõ o vista.
A comparação nos faz perceber que foi-se o tempo de irmos a cursos e ficarmos sentados ouvindo ou quando não colocando o papo em dia e só esperando o betel passar com a lista ou esperá-la para assinar e "vazar".
Chegou o tempo, pelo menos com o Gestar, com a Olímpíada de Língua Portuguesa, o Pró-Letramente e o Pós Pró-Letramento (cursos dos quais tenho conhecimento)  em que o professor precisar comparecer, aparecer, fazer, trocar figurinhas e então voltar para seu local de origem e põr-se de novo a trabalhar, mas agora com os alunos.
Sem dúvida alguma, eis o caminho correto, creio eu.
Fora disto choveremos sempre no molhado e ainda reclamaremos, mas o mais cruel ainda e que estaremos sempre atrasados, ultrapassados com relação às novas mudanças e paradigmas da Educação.
O que me alegra é que a minha, a nossa chuva e nossos modelitos têm passado por todo processo, um exemplo disto é meu grupo de professoras do Gestar que tem, a cada novo encontro, disposto a arregaçar as mangas e  por-se a trabalhar.
Os que assim não estiverem (creio que não há entre nós), logo entrarão em nossa agência, pois não há outro caminho senão o de colocar-se no caminho.
Eu e as demais professoras tutoras nos debruçamos sobre livros TPs, sites, blog e mais e mais para construir um caminho que não é nosso, mas de todos que juntos abraçaram o gestar.
Na outra via, não na contra-mão, estão todos (as) os (as) professores (as) cursistas que se disposeram a construir juntos (as).
Neste caminho florescem, expõem-se, questionam, fazem, trocam ideias, "copiam' receitas inovadoras e /ou antigas, mas que FUNCIONAM  e tudo acontece em todos os momentos, seja fazendo relatos, elaborando projetos, aplicando Avançando na Prática, lendo TPs e por aí a fora.
Então, meu povo, este texto é para vocês que não estão medindos esforços e mesmo com colheitadeira computadorizadas, seguem com a mão no arado. 
   
Tudo isto me lembra uma música belíssima do grupo Logos que deixo como meio de meditação, antes a mim, mas também a todos(as) professores(as) que querem mais da profissão. 

Mão no Arado

Logos

Quem tem posto a mão no arado, não pode, mas olhar pra trás!
Pois, quem no arado
Poe a mão, trabalho certo e perto, tem serviço e profissão.
Quem tem posto a mão no arado, não pode, mas olhar pra trás!
Pois, quem no arado Poe a mão, trabalho certo e perto, tem serviço e profissão.
Lança a semente, espalha pelo chão. Planta em tua terra.
Faz do teu trabalho tua guerra.
Quem em cristo Põe a vida não pode, mais olhar pra trás.
Pois, quem ao mestre deu a mão, trabalho certo e perto, tem serviço e profissão.
Prega a palavra ensina ao teu redor. Mostra em tua vida.
Faz das boas novas tua lida.
Quem tem posto...
Profissão
Quem tem posto a mão no arado não pode, mas olhar pra trás!
Quem tem posto a mão no arado não pode, mas olhar pra trás!
Quem tem posto a mão no arado não pode, mas olhar pra trás!
Quem em cristo põe a vida...






4º- Oficina Temática: Gêneros Data: 30.03.2011 Cidade:Dourados Local: CDRH

GÊNEROS EM QUESTÃO

Em nosso novo encontro tudo transcorreu , como sempre, em paz ainda que em meio a correrias, pois sempre temos muito o que fazer e o tempo necessário parece se diluir no próprio tempo.
Para entrarmos no clima de um novo tempo de estudo, lemos e discutimos o texto "Uma história comovente", da Irmã Helen P. Mosla.
A leitura nos possibilitou caminhar por lugares extremamente parecidos, senão semelhantes aos que vivemos em sala de aula, lugar em que tudo acontece muito velozmente, com tantas situações inusitadas, impensadas, pensadas, comuns, bem anormais, mas que sempre exigem do (a) professor(a) uma postura e esta, na visão de todos, deve ser a melhor e mais bem acertada sempre.
Posterior a tal momento de reflexão, dei alguns informes, lembrei-as das atividades que algumas precisavam entregar, fora outras questões burocráticas, como acontece em todas as oficinas até agora, conforme relatei na 2º-.
Aproveitando o momento e para solidificar ainda mais o desenvolvimento e responsabilidade com o Gestar II de Língua Portuguesa e tudo o mais que o Programa exige, entreguei a todas também um contrato didático especificando ainda mais quais os deveres e direitos do professor cursita.
Tal contrato conta com a assinatura do professor cursista, minha e também da direção da escola, esta última para que a mesma tenha ciência plena das obrigações da professora que está participando do Gestar, além de ter ainda mais nítido a necessidade de dar apoio em todo o necessário para melhor desenvolvimento do Programa na escola.
Tal contrato as professoras deverão devolver no próximo encontro e ficará arquivado até o término deste. 
Seguidamente entreguei-lhes um texto contendo informações sobre o relato de prática ( como fazê-lo, o que constar no mesmo).
Ao discutirmos sobre o texto as professoras não mostraram dúvidas, pelo menos se as tinham, não fizeram, demostraram saber realizá-lo. Agora é esperar e ver como o farão no 1º- Avançando na Prática.
Como parte prática da oficina, separei as professoras em vários grupos e dei-lhes uma pasta com vários tipos de gênero textual. Na atividade, elas deveriam nomear os gêneros dos textos e também dizer os fatores linguísticos e sociais que usaram para fazer tal classificação.
Tal atividade assemelhou-se muito com a que fizemos em nosso encontro em Campo Grande.
Trabalho feito, discussões em pauta, chegou o momento da apresentação de cada grupo para toda a turma.
Através da exposição e da realização da atividade em questão, ao circular entre os grupos e ouvir as discussões, percebi que algumas professoras ainda se confundiam com as formas/meios de se classificar os textos em determinado gênero com a tipologia presente nos mesmos, mas em meio a isto alguns grupos estavam mais à frente em termos de conhecimento nesta área, pois demostraram mais clareza e conhecimento ao classificar determinado texto levando em consideração, em especial, a função/objetivo de cada um.
Além de fazerem tais referências, comentavam também as dúvidas que surgiram, pois perceberam outros gêneros dentro de outro, então diante disto, escolheram por falar de apenas um em especial, deixando outros sem comentar.
Fora todos estes questionamentos e atividades, no momento em que os grupos apresentavam os trabalhos, aproveitamos o ensejo e conversamos também sobre os tópicos abaixo:
. competência sociocomunicativa;
. gêneros textuais;
. fatores determiantes ( linguísticos e sociais) dos gêneros;
. situação de produção;
. escolhas lingúísticas nos textos (oral e/ou escrito);
. práticas ( sociais e discursivas);
. suporte textual entre outros.
Deu para perceber até o momento, que a unidade acima mencionada, é de suma importância, pois traz todas as informações, conhecimentos, a base para então desenvolvermos os saberes com relação aos gêneros textuais e tudo o que a ele se agrega ou é inerente. 
Sendo assim, pedi às professoras que relessem novamente a TP 3 Unidade 9 e 10.
Assim foi mais um encontro e como todos os encontros esperamos pelo próximo, aos poucos estamos nos envolvendo neste caminhar que tem muito a nos oferecer e também a exigir.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

2º- Texto Reflexivo

Com que suporte eu vou...

Quando a discussão é gênero textual nos deparamos com uma gama bem extensa sobre o que dizer a respeito e a ele relacionado, podemos comentar que são os diversos gêneros existentes em nosso mundo moderno- sejam orais e/ou escritos -, são em outra mão as sequências tipológicas que aparecem nos gêneros, é também a heterogeneidade de sequêncais em um só gênero, sem falar também dos suportes textuais que o sustentam.
Neste último caminho a ser seguido ou a ser estudo nos vemos com inúmeros pontos de interrogação na cabeça, na ponta do lápis, e principalmente nos momentos de análise e classificação de um gênero.
Surgem tantas indagações, persitem tantas dúvidas porque o assunto ainda é muito amplo e cheio de pensamentos contrários.
Por várias vezes na cabeça do professor fica a pergunta que não quer calar "isto é gênero" ou "isto é suporte"?
A mesma pergunta me faço e muitas cursistas também a fazem a si e a mim, e eu, é claro, a faço a todos: à minha professora tutora, às amigas professoras tutoras e aos sites que encontro no mundo virtual e aos livros, entretanto pouco encontro que tiram minhas dúvidas e me dão certezas.
É sinal de que há muito o que estudar, estudar, estudar!!!
Até o momento percebo que o suporte é um dos norteadores que devemos analisar para classificar um gênero. Não é o único, mas é um dos e  um mui importante.
Importante porque através do suporte usado em determinada situação de produção, a classificação do gênero poderá ser alterada, e isto sim, faz toda diferença.
Um mesmo texto em um suporte é tal gênero, em outro um novo gênero.
O exemplo mais claro, até então,  que a TP 3 nos traz sobre o assunto é com relação aos textos do gênero científico " Quando os textos do gênero científico aparecem em revistas não científicas, em jornais, em manuais ou em livros didáticos, dizemos que são textos de divulgação científica. Verificamos, assim, que o veículo  utilizado para a publicação do texto também constitui um critério para sua classificação: em periódicos de entidades científicas pertencem ao gênero científico; em peródicos não-científicos ou livros didáticos constituem o gênero divulgação científica." p. 62 
Eis então a importância que devemos dar ao suporte.
Entretanto, há outras dúvidas que surgem sobre determinados suportes, se eles são apenas isto ou se são também gênero, como é o caso da mala direta, das placas, das faixas, dos outdoors e por aí a fora.
Como se vê são muitas perguntas e ficamos nos questinando não só com que suporte vou, mas também se vou com este enquanto gênero e/ou suporte.
Um caso que me intrigou tanto quanto a quem o escreveu, foi sobre o portifólio se este é um gênero ou um suporte. Depois de muitas linhas escritas de questionamentos e conceitos do que seja suporte, os próprios autores deixam  a dúvida no ar.
Portanto, deixo em aberto também, pois ainda há muito o que descobrir para então decidir e tirar todas as dúvidas que atordoam a todos nós, em especial a mim.

RODRIGUES, Rosângela Hammes. Portifólio empresarial digital: gênero do discurso ou suporte textual. Disponível em http://rle.ucpel.tche.br/php/edicoes/v12n2/02Rosangela.pdf. Acesso em: 07.04.2011.

terça-feira, 22 de março de 2011

3º- Oficina Temática: Relatório e TP 3 Unidade 9 Seção 1 Data: 16.03.2011 Cidade: Dourados Local: CDRH

DE TRILHO EM TRILHO


Ainda nosso trem não está perfeitamente nos trilhos, mas a caminho.
Aconteceu nossa 3º- Oficina no dia 16.03.2011, no CDRH, no horário das 07.30 até 11.30horas.
Digo que nosso trem não está totalmente nos trilhos porque até então há professores se inscrevendo e chegando pela primeira vez. Sendo assim, passam por todo processo: entrega de fichas, entrega de kits e do material da oficina anterior, algumas informações, conferência de e-mail e contatos e por aí a fora.
Mesmo diante de todas as situações a serem superadas e que com o tempo vão se diluindo, o trem está sendo colocado nos trilhos um a um.
Nesta oficina a maioria das professoras cursistas já estavam com os seus kits e ja tinham como horas de estudo individual  o estudo da TP 3 - Unidade 9 e 10 - que eu havia passado na oficina anterior. Sendo assim já estavam cientes do que iríamos tratar.
Depois de resolver questões descritas no 4º- parágrafo, fizemos a leitura do texto Desabafo de uma Mulher Moderna  em comemoração ao dia 09.03. Através dele tivemos um bate-papo bem pertinente à nossa condição de mulher na sociedade atual em pleno mundo pós-moderno.
Como o tema transversal da TP em questão é trabalho, lemos e analisamos alguns textos nesta temática, entre eles  Dança do Desempregado (Gabriel, o Pensador) e Perguntas de um Operário Letrado ( Bertold Brecht).
Houve uma troca muito importante e pertinente com relação aos textos, algumas professoras cursistas participaram oralmente e de forma bem construtiva, mas muitas ainda estão bem retraídas, mas, sem dúvida, a cada dia mais e mais participações florescerão.
Através destas  leituras e com perguntas direcionadas surgiram reflexões sobre gênero textual, situação de produção, tipo textual - sequência tipológica -, intertextualidade entre outros conhecimentos.
Fazendo um elo de ligação com  o tema da TP 3 conversamos sobre a questão trabalho, sobre qual visão   nós  e os alunos temos do assunto; seguidamente, relacionamos o conceito de trabalho com a linguaguem, que é o propósito maior da TP.
Sendo assim, vimos um slide em que as figuras estavam, de alguma forma, mostrando que a linguagem também exige de nós muito trabalho, dedicação, empenho, tempo, força - de vontade-, mas como todos os outros que são remunerados também nos propicia a colheita de bons frutos, assim como o salário.
Passado tal momento lemos o texto Educar é contar histórias, de Claudio de Moura Castro
( Revista Veja, 10 de junho, 2009, p.300).
Através das linhas e palavras ali traçadas e lançadas, conversamos sobre a visão do articulista sobre as narrativas interessantes, a contação de história, a contextualização, a concretude e posterior abstração do conhecimento.
O texto foi bem apropriado e abriu a porta para a atividade em dupla que se seguiu. Pedi-lhes que fizessem um produção de texto tendo como base as figuras que lhes dei. Primeiramente mostrei todas elas e pedi que me dissessem qual o tema proposto, logo de imediato lançaram o tema Família, como de fato o era.
A proposta foi que produzissem um texto escrito, mas não lhes dei situação de produção, ao contrário forneci apenas o tema e pedi que fizessem um texto narrativo, mais nada.
A maior parte das professoras acharam um caminho rápido e se puseram a lançar palavras no papel, fazendo verdadeiramente um trabalho.
Ainda não tive acesso a todos os textos, pedi-lhes que  os digitassem e os trouxessem em nosso próximo encontro.
Com as produções em mãos, as duplas lerão os textos produzidos e, então,  discutiremos as facilidades e as dificuldades que acharam ao fazer tal atividade, além de lincá-la com a prática em sala de aula, sendo um momento bom para reflexão de diversos conceitos: gênero, tipologia, situação de produção, linguaguem não-verbal e outros mais.     
Propus a atividade desta forma pelo fato de que muitas vezes fizemos e/ou ainda fazemos algo parecido com os alunos, não lhes dando nenhum norte.
Sem tal direção, os alunos produzem o que querem e bem entendem, e nós - enquanto isto - cobramos também o que nos vêm à mente, em diversas situações  são cobranças pautados em uma direção certa, mas em outras algo ao léu.
Como o tempo já se adiantava, a oficina deu-se por concluída e esperamos nosso próximo momento.  




















quinta-feira, 10 de março de 2011

2º- Oficina Temática: Guia Geral Data: 02.03.2011 Cidade: Dourados Local: CDRH

Guia Geral

Nesta oficina demos início ao processo de nos conhecer um pouco, ação que se estenderá durante o curso.
Posterior a tal momento entreguei a cada cursista todos os livros do Programa Gestar enviados pelo MEC, fizemos conferência para ver se estava completo, também foi dado uns segundos para que cada professor conhecesse-o mais especificadamente: Atividades de Apoio à Aprendizagem  - versão do aluno e a do professor - (AAAs), o Guia Geral e  por fim  os cadernos de Teoria e Prática -TPs-.
Feito isto nos detemos mais nas informações constantes no Guia Geral, muitas dúvidas surgiram, sendo assim pedi a todas que o lessem e trouxessem para nosso próximo encontro todas as dúvidas referente às informações ali presentes.
Seguidamente passeamos pela TP 3  afim de conhecer a estrutura de cada unidade, como é elaborada, as partes que a compõem, os Avançando na Prática, os textos para reflexão, os temas transversais que aparecem como norteadores  e na  abertura de cada unidade, entre outras pontuações.
Deixei como tarefa as duas primeiras unidades - 9 e 10- da TP 3 para nosso próximo encontro, sendo assim creio que as professoras cursistas estarão bem familiarizadas com a TP e e então poderemos ter uma excelente oficina.
Até o momento foi o que aconteceu, portanto não da pra fazer ainda um relato reflexivo, mas sim mais descritivo, creio que com os próximos tal reflexão será possível, pois com o tempo tudo se caminha.
  

sexta-feira, 4 de março de 2011

2º- Oficina Temática: Guia Geral Data:02.03.2011 Local: CDRH Dourados

Estamos nos conhecendo

Faz-se necessário já no primeiro momento oportuno nos conhecer, saber quem somos, o que fazemos na área da Educação, há quantos anos trabalhamos, onde, o que gostamos, quais nossos desejos, sonhos e, em especial, o que pensamos sobre nossa atuação enquanto professor. 
Então, para que todos soubessem um pouco disso tudo de cada uma, a dinâmica escolhida foi primeiramente cada professora escolher a figura de uma criança,  posteriormente apresentar-se, dizer algumas informações sobre si e só então explicar o porquê da escolha.
Escolhi a dinâmica por vários motivos, entre eles sair um pouco do lugar-comum, também para dar sequência ao mural que representou o período da gestação - metaforicamente falando - pelo qual todos nós passamos ao ingressar no Programa Gestar II de Língua Portuguesa.
Houve elo entre as figuras com crianças escolhidas pelas professoras com o painel contendo figuras com mulheres e crianças - representando mães e filhos-. Através destas as professoras cursistas puderam expressar verbalmente o porquê da escolha e seguidamente  dizer qual leitura e ligação fizeram dela com a vida e com a profissão de educador.